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Minha Abordagem

"O melhor terapeuta é aquele que pode ajudar uma pessoa a ser o melhor ser humano que ela pode ser, por meio do próprio terapeuta sendo o melhor ser humano que ele pode ser."
— Harlene Anderson

Essa frase diz muito sobre como entendo a psicoterapia — e sobre como me posiciono nela.

Minha prática é orientada pela Psicologia Sistêmica e pelas práticas terapêuticas pós-modernas, que partem do entendimento de que não existe uma verdade única sobre quem você é ou sobre o que está acontecendo com você — existe a sua história, construída a partir das relações, da linguagem e do contexto social e cultural em que você vive.

Nessa perspectiva, a terapia não é um espaço onde um especialista analisa e prescreve soluções. É um encontro — onde terapeuta e cliente constroem juntos novos significados e possibilidades. Não busco uma "resposta certa" ou um caminho único — busco, ao seu lado, novas formas de ver e de se relacionar com o que você está vivendo. A linguagem é a nossa principal ferramenta: é através da conversa que velhas histórias podem ser ressignificadas e que novas perspectivas ganham espaço.

A terapia não é uma conversa qualquer. Para ser terapêutica, algo novo precisa surgir — uma nova forma de olhar, de sentir ou de se posicionar diante da vida.

Marilene Grandesso ilustra a psicoterapia de uma forma que me toca profundamente: como uma dança, onde o ritmo é uma mistura de prática e teoria, e cada pessoa dança no seu próprio estilo e compasso. É exatamente assim que entendo o nosso encontro terapêutico — um movimento conjunto, que respeita o seu tempo, a sua história e a sua forma única de existir.

Dançarinos
Minha Abordgem
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